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Direito de Família: Como o Advogado Pode Ajudar?

Introdução

Questões familiares podem ser complicadas e emocionalmente desafiadoras. Nestes momentos, o apoio de um advogado especializado em Direito de Família pode ser crucial. Este guia explora como um advogado de família pode ajudar em diferentes situações, como divórcios, guarda de filhos e partilha de bens, e por que é importante ter um especialista para lidar com esses conflitos.

Funções do Advogado de Direito de Família

Um advogado de Direito de Família desempenha diversas funções importantes para resolver questões familiares:

  • Consultoria Jurídica: Oferece orientação sobre os direitos e deveres das partes envolvidas, ajudando a tomar decisões informadas.
  • Representação Legal: Atua como representante legal em processos judiciais relacionados a questões familiares.
  • Negociação e Mediação: Facilita acordos entre as partes envolvidas, buscando soluções amigáveis e mutuamente benéficas.
  • Preparação de Documentos: Auxilia na preparação e revisão de documentos legais, como petições, acordos e contratos.
  • Defesa dos Interesses: Trabalha para proteger os interesses de seus clientes, garantindo que seus direitos sejam respeitados durante o processo.

Tipos de Casos que um Advogado de Família Atende

Os advogados de Direito de Família podem ajudar com uma variedade de casos, incluindo:

  • Divórcios: Orientam sobre o processo de separação, incluindo divisão de bens, pensão alimentícia e acordos de custódia.
  • Guarda de Filhos: Ajudam a negociar e resolver questões relacionadas à guarda e visitação dos filhos, sempre visando o melhor interesse da criança.
  • Partilha de Bens: Assistem na divisão justa de bens e propriedades adquiridos durante o casamento.
  • Pensão Alimentícia: Auxiliam na definição e modificação de acordos de pensão alimentícia para garantir o suporte adequado aos dependentes.
  • Separações: Facilitam o processo de separação sem a necessidade de um divórcio formal, quando aplicável.

Importância de Ter um Advogado Especializado

Contar com um advogado especializado em Direito de Família pode fazer uma grande diferença na resolução de conflitos:

  • Conhecimento Especializado: Advogados de família possuem conhecimento profundo das leis e regulamentos que regem questões familiares, oferecendo orientação precisa.
  • Resolução de Conflitos: São experientes em negociar e mediar conflitos, ajudando a chegar a acordos que beneficiem todas as partes envolvidas.
  • Proteção dos Direitos: Garantem que os direitos dos clientes sejam protegidos e respeitados ao longo do processo legal.
  • Redução do Estresse: Auxiliam na gestão do estresse emocional e ajudam a tomar decisões racionais durante momentos difíceis.

Conclusão

Questões de Direito de Família podem ser complexas e emocionalmente carregadas. Ter o suporte de um advogado especializado pode facilitar a resolução de conflitos, proteger seus direitos e garantir que seus interesses sejam defendidos. Se você está enfrentando problemas relacionados a divórcio, guarda de filhos ou partilha de bens, considere a assistência de um advogado de família para navegar com eficácia por essas questões.

FAQs

O que faz um advogado de Direito de Família?

Um advogado de Direito de Família oferece orientação e representação legal em casos relacionados a questões familiares, como divórcios, guarda de filhos e partilha de bens.

Por que é importante ter um advogado especializado em Direito de Família?

Um advogado especializado possui conhecimento profundo das leis relacionadas a questões familiares e pode oferecer orientação precisa, proteger seus direitos e ajudar a resolver conflitos de forma eficiente.

Quais tipos de casos um advogado de família pode ajudar a resolver?

Advogados de família podem ajudar com divórcios, guarda de filhos, partilha de bens, pensão alimentícia e outros conflitos familiares.

Como um advogado de família pode ajudar durante o processo de divórcio?

Um advogado de família pode orientar sobre os direitos e deveres, negociar acordos de divisão de bens e custódia dos filhos, preparar e revisar documentos legais e representar você no tribunal, se necessário.

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Direito de Família: Como o Advogado Pode Ajudar?

Introdução

Um advogado especializado em direito de família desempenha um papel crucial em resolver questões familiares complexas, como divórcios, guarda de filhos e partilha de bens. Este guia explora como um advogado de direito de família pode ajudar a lidar com essas questões e a importância de ter um profissional especializado ao seu lado.

Funções do Advogado de Direito de Família

O Papel do Advogado de Família

O advogado de direito de família atua em uma variedade de questões relacionadas a disputas familiares e pode fornecer assistência em:

  • Divórcios: Ajudar a negociar e resolver questões relacionadas à separação, como divisão de bens e pensão alimentícia.
  • Guarda de Filhos: Representar clientes em disputas sobre a guarda e visitação de filhos, garantindo que os interesses das crianças sejam protegidos.
  • Partilha de Bens: Auxiliar na divisão justa dos bens acumulados durante o casamento.
  • Separações: Orientar sobre os direitos e deveres em situações de separação não formalizada.
  • Pensão Alimentícia: Buscar ou contestar a determinação de pensão alimentícia para filhos ou ex-cônjuges.

Tipos de Casos Atendidos

Os advogados de direito de família lidam com uma ampla gama de casos, incluindo:

  • Divórcio: Processos judiciais ou acordos de separação, incluindo questões de divisão de bens e pensão alimentícia.
  • Guarda e Visitação: Questões sobre a guarda física e legal dos filhos e acordos de visitação.
  • Partilha de Bens: Disputas sobre a divisão de propriedade e bens acumulados durante o casamento.
  • Alimentos: Determinação e execução de pensão alimentícia para filhos ou ex-cônjuges.
  • Separação: Orientação sobre a separação e os direitos relacionados, mesmo sem formalização do divórcio.

Importância de Ter um Advogado Especializado

Por que um Advogado de Direito de Família é Essencial

Ter um advogado especializado em direito de família é crucial por várias razões:

  • Orientação Jurídica: Oferece conselhos sobre como proceder com base em sua situação específica e no contexto legal.
  • Negociação: Auxilia na negociação de acordos justos, evitando disputas prolongadas e desgastantes.
  • Representação Legal: Representa seus interesses em tribunal, garantindo que seus direitos sejam defendidos.
  • Processos Legais: Cuida da preparação e apresentação dos documentos legais necessários, garantindo que todos os requisitos sejam atendidos.

Exemplos de Casos

Veja como um advogado de direito de família pode ajudar em casos específicos:

  • Divórcio Complicado: Em um divórcio onde há disputas sobre a divisão de bens e custódia dos filhos, o advogado atua para proteger seus interesses e buscar uma resolução justa.
  • Guarda de Filhos: Se há uma disputa sobre quem deve ter a guarda dos filhos, o advogado trabalha para garantir que o acordo seja o melhor para o bem-estar das crianças.
  • Pensão Alimentícia: Em casos onde há disputas sobre o valor ou o cumprimento da pensão alimentícia, o advogado ajuda a resolver a questão de maneira legal e justa.

Conclusão

Um advogado especializado em direito de família pode ser um recurso inestimável para lidar com questões legais familiares. Desde divórcios e guarda de filhos até a partilha de bens e pensão alimentícia, a assistência de um profissional experiente pode fazer uma grande diferença na resolução eficaz e justa dos conflitos.

FAQs

Quando devo procurar um advogado de direito de família?

Você deve considerar procurar um advogado de direito de família quando enfrentar questões legais relacionadas a divórcios, guarda de filhos, partilha de bens, pensão alimentícia ou separações.

Como um advogado de direito de família pode ajudar em um divórcio?

Um advogado de direito de família pode ajudar na negociação e resolução de disputas sobre divisão de bens, pensão alimentícia e guarda dos filhos, garantindo que seus interesses sejam protegidos.

Quais são os benefícios de ter um advogado para questões de guarda de filhos?

Um advogado pode ajudar a garantir que o acordo de guarda seja justo e no melhor interesse das crianças, representando seus interesses em tribunal e facilitando negociações.

Como encontrar um bom advogado de direito de família?

Procure advogados especializados em direito de família com boas recomendações e experiência relevante. Verifique suas qualificações e leia avaliações para encontrar o profissional mais adequado para suas necessidades.

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Saiba tudo sobre guarda compartilhada

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O que é a guarda compartilhada

A guarda compartilhada foi criada porque era preciso desconstruir a ideia de que, uma vez separados, os pais/mães se tornavam visitantes dos filhos.

O Instituto também visa ampliar a convivência do filho com o genitor que não mora mais com ele sob o mesmo teto e, assim, diminuir o choque que o fim do relacionamento conjugal causa na vida dos filhos.

O cuidado compartilhado possibilita e visa manter um vínculo afetivo entre pais e filhos, mesmo que não vivam na mesma casa.

Hoje em dia é mais apropriado usar o termo “vida familiar” em vez de cuidados compartilhados. E por um motivo simples: é mais adequado demonstrar o direito básico das crianças e jovens de manter relações familiares.

Lei da guarda compartilhada

A Lei da Guarda Compartilhada estabelece que os pais devem tomar decisões conjuntas sobre todos os assuntos relacionados à vida de seus filhos, como criação e educação, viagens ao exterior e mudanças de residência.

 Não é o mesmo que coabitação, onde a criança vive uma vez com o pai e outra com a mãe, regime criticado por muitos psicólogos que acreditam que o fato de a criança não ter um lar físico afeta seu amadurecimento e cria um estado de confusão em sua vida, dificultando as raízes da imaginação.

Na parentalidade partilhada, o filho tem residência permanente determinada pelo juiz, e o progenitor que não detém a guarda exerce o seu direito à coabitação, que pode ser fixada, por exemplo, para dois dias por semana, aos fins-de-semana ou aos fins-de-semana. . quinzenal. Cabe ao outro progenitor respeitar este direito, mesmo que os progenitores não mantenham contacto.

 

Os tipos de guarda

A guarda compartilhada

Não havendo elementos que desacreditem nenhum dos genitores, aplica-se a regra da guarda compartilhada. Pode ser uma escolha do casal ou uma decisão ou imposição judicial.

Nela, o pai e a mãe são os guardiões ao mesmo tempo. No entanto, isso não significa que as crianças devam passar metade da semana com cada um dos pais. O conceito pressupõe uma divisão de responsabilidades. Dessa forma, a guarda dos filhos cabe ao casal e não apenas a um dos genitores.

Os cônjuges decidem juntos se o tempo que a criança passa com cada um dos pais será dividido. Na prática, isso não funciona se ambos os pais não tiverem um bom relacionamento. E embora essa seja a regra, um deles pode desistir a qualquer momento e decidir por um vínculo unilateral.

Além disso, devido à flexibilidade, é possível aceitar o cuidado conjunto, mesmo que os pais morem em cidades diferentes. Isso porque com o avanço da tecnologia, mesmo remotamente, os pais dividem facilmente a responsabilidade de criar os filhos.

O artigo 1.583 do Código Civil prevê essa possibilidade. O texto também descreve que “a cidade considerada como base para o lar da criança será aquela que melhor atender aos interesses das crianças”.

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Unilateral

Na guarda unilateral, apenas um dos cônjuges é responsável pelas decisões do filho. Apesar de não ser a regra atualmente, acho muito importante para os casos em que há histórico de violência contra a mãe da criança.

A guarda compartilhada, a meu ver, é uma ferramenta para perpetuar a violência contra essa mãe e muitas vezes também é perpetrada contra a criança. Portanto, a encadernação unilateral é importante nesse cenário.

Caso os cônjuges não cheguem a um acordo sobre como será o cuidado, isso será decidido através do tribunal, onde o juiz analisará todo o cenário dessa família e pensará sempre no bem-estar e conforto da família na hora de tomar uma decisão. Menos importante.

Em casos como esse, em que não é possível chegar a um acordo, é fundamental contar com o apoio de um advogado especializado em direito de família. Principalmente alguém que conhece as diversas nuances da violência de gênero, até mesmo dentro do próprio judiciário. Isso é importante para que as vítimas de violência não vejam essa situação persistir por muitos anos.

 

Alternada

Nesse tipo de cuidado, os pais dividem seu tempo com a criança igualmente. Devo ressaltar que não possui previsão em nossa legislação, apesar da ideia difundida de cuidado alternado como sinônimo de cuidado compartilhado.

A criança passaria assim, por exemplo, 15 dias a viver com a mãe e 15 dias a viver com o pai, sendo que durante estes períodos o progenitor com quem a criança vive é totalmente responsável pela criança.

No Brasil, é uma modalidade que ainda sofre muita resistência tanto do Judiciário quanto do Ministério da Administração Pública, embora não haja lei expressa que a regule.

 

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Em suma, trata-se de um novo regime de tutela e coabitação, em que os filhos permanecem na casa de origem, enquanto os pais se revezam no local. Então a adaptação do cuidado compartilhado.

Nesta nova modalidade, em vez de os filhos mudarem de casa e terem de reajustar os seus regimes, são os pais que se organizam para efetuar uma mudança de ambiente. Então os filhos têm um lar estável, seus pertences e pertences pessoais estão no mesmo lugar, e os pais é que realmente se revezam.

O responsável então sai de cena após um tempo pré-determinado e dá espaço para que o outro também se divirta com as crianças. Tudo isso é feito em formato revezamento, da mesma forma que a guarda compartilhada mais comum. Enquanto um está no comando, o tempo é reservado para ele sozinho e o outro está “de folga”, em outra casa.

No Brasil, a nidificação de pássaros ainda é novidade e muita gente ainda estranha. No entanto, já é uma tendência crescente nos Estados Unidos e em alguns países europeus.

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Como fica a pensão na guarda compartilhada?

Um ponto que os ex-cônjuges podem decidir em conjunto ou impor ao juiz é a adequação do valor pago em relação às necessidades do filho e ao regime que a família seguirá.

As despesas com alimentação, escola, saúde, moradia e demais despesas com a criança ficam por conta de ambos. 

A relação financeira e atribuição de cada progenitor é decidida com base na remuneração e capacidades de cada um deles, bem como na forma como será dividida a responsabilidade pelo pagamento das despesas do filho.

Explicamos: se o filho passa mais tempo e exige mais dinheiro da mãe, por exemplo, da mãe, a responsabilidade pelo pagamento da pensão deve ser do pai, pois o estabelecimento de residência habitual com a mãe extingue a responsabilidade pelo dia-a-dia da criança (entre outras coisas, escola, farmácia, médico) . 

A divisão é definida, claro, tendo em conta o cenário real de cada progenitor.

A determinação da residência habitual da criança e o pagamento da pensão de alimentos podem ser feitos por acordo celebrado entre os progenitores sob a orientação de um advogado da família e submetido a homologação em tribunal. 

Em caso de desacordo, o juiz determinará a pensão. Em ambos os casos, a decisão deve ser rigorosamente cumprida sob pena de execução.

 

Direitos e deveres

Obrigação de alimentar

A obrigação alimentar dos menores e dos filhos maiores incompetentes é uma verdadeira obrigação familiar, incondicional, constitucionalmente estabelecida e imposta a todos os progenitores, devendo todos em conjunto contribuir em dinheiro ou sob a forma de alojamento e apoio. 

compatível com seus recursos, com vistas a atender, sempre que possível, às necessidades de seus filhos e proporcionar-lhes os recursos e meios que assegurem sua subsistência, saúde, educação, segurança, vestuário e lazer, de forma tão compatível com o estado social de sua família, possibilitando seu saudável e pleno desenvolvimento físico, psicológico e mental.

O valor a pagar deve corresponder às despesas que existiam quando o casal vivia junto, mas deve ser analisado o estado em que cada um deles se encontrava após a separação.

Se os filhos frequentaram escola particular, fizeram uma viagem anual ao exterior e tiveram, por exemplo, aulas particulares de música, essa condição pode ser mantida mesmo após a separação (desde que não coloque em risco o sustento de todos), pois se trata de manutenção e garantias dos filhos menores.

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Convivência

A questão da repartição do tempo que os filhos passam com os pais deve ser analisada caso a caso (independentemente do tipo de cuidados), dentro da realidade de cada família, tendo em conta, por exemplo, aspectos como o proximidade dos pais.

Lares, horários de trabalho condições de pais, familiares e profissionais que auxiliam no cuidado das crianças, proximidade da escola e outras atividades para menores, organização de pais e menores na área de materiais escolares a serem utilizados todos os dias, existência de espaços e pertences pessoais para a criança na casa de cada um dos pais, etc.

O cuidado partilhado assegura a coabitação alternadamente em habitações, configuradas de acordo com as necessidades e circunstâncias familiares. A variante alternada proporciona ao menor o apoio de ambos os progenitores num período de coabitação 50/50, em comparação com o modelo de coabitação de 92% – 8% em cuidados exclusivos.

 

Rotina escolar

A guarda compartilhada exige que a tomada de decisões seja baseada no acordo mútuo entre os pais, principalmente nas questões mais importantes, como a parentalidade. As instituições de ensino certamente estão sentindo essas dificuldades diante do aumento do desengajamento e da disseminação desse tipo de apego.

A relação escola-família amplia-se, torna-se mais complexa, se levarmos em conta a igualdade de direitos dos pais que não mais moram juntos, e o direito indiscutível de ambos de participar efetivamente da vida escolar de seus filhos.

É necessário que a gestão escolar inclua a observância desse direito em seu regulamento escolar e esclareça à comunidade escolar quais procedimentos devem ser adotados, desde o momento da entrada do aluno.

Ao tomar decisões mais importantes, como atividades extracurriculares, é recomendável que ambos os pais sejam consultados se o cuidado for compartilhado.

Principalmente no caso de transferência para outra instituição de ensino, ambos devem autorizar, pois é comum um dos pais descobrir após a mudança que seu filho não está mais estudando em determinada escola.

Muitas vezes, esta alteração é feita para dificultar a coabitação com o outro progenitor, o que é uma prática manifesta de alienação parental contrária ao direito legal à atuação parental.

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Alienação parental

Independentemente da relação que o casal estabeleça entre eles após a dissolução do casamento ou união estável, o filho tem o direito de manter a relação com os pais.

Por isso, é importante proteger a criança de conflitos e desentendimentos no casal e evitar que as disputas afetem o vínculo entre pais e filhos.

A figura dos pais costuma ser o principal legado do mundo e da sociedade para os filhos, e em muitas situações de alienação parental essa imagem se agrava, o que afeta não só a relação com a família, mas também a formação da criança em sua vida . aspectos intelectuais, cognitivos, sociais e emocionais.

 

Vantagem e desvantagem 

A vantagem é o fim das divergências quanto à regulamentação das visitas e também a ausência do genitor não guardião. Os horários de visita e os períodos de férias são mais flexíveis. 

Também evita que a criança fique em casa por um tempo. Os benefícios são muitos, inclusive nos aspectos psicológicos. Além de amenizar os efeitos da separação para os pais, o cuidado compartilhado proporciona um melhor relacionamento.

Para uma criança, um bom relacionamento entre os pais favorece a integração familiar, além disso, tudo é duplo, inclusive o afeto dos pais. A criança entende que é possível duas pessoas diferentes com vidas diferentes, comportamento, pensamento e valores diferentes se entenderem mesmo estando separadas.

Os danos da guarda compartilhada incluem o fato de que uma criança pode ter dois quartos, brinquedos duplicados, mas os pais não devem discutir sobre quem é o melhor para seu filho. Como tudo é dividido, os deslocamentos de uma casa para outra podem ser cansativos e desgastantes para a criança, mas mesmo assim, especialistas afirmam que o cuidado compartilhado é o melhor formato para minimizar os efeitos da separação dos pais.

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